CONTROLE AMBIENTAL

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 O controle ambiental, além do uso da medicação indicada, é um elemento essencial para evitar as crises e a piora da doença. Há fatores que dependem da alergia que o paciente apresenta, mas há outros elementos que agridem o sistema respiratório de qualquer indivíduo.

 

 

No domicílio

 

Devemos retirar elementos que juntem poeira (tapete, carpete, travesseiros de pena, cobertores, estofados, almofadas, bichos de pelúcia), procurar extremar as medidas no quarto de dormir, os animais devem ficar fora do convívio do paciente, evitar exposição à fumaça de cigarro, cheiros fortes e locais com contaminação atmosférica. O ambiente domiciliar deve ser bem ventilado e limpo. Estudos mostram que a maioria das casas tem ácaros.

 

 

No trabalho

 

  Um ambiente de trabalho ecologicamente desequilibrado, pressupõem a existência de fatores que afetam a saúde e a segurança dos trabalhadores de áreas com produtos tóxicos, altas temperaturas, gases e poeiras. Torna-se evidente a necessidade do uso de EPI (equipamentos de proteção individual) representado por máscaras, óculos, luvas, macacão indicados pelas comissões de segurança de trabalho (CIPAS) das empresas, direcionadas a proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável. Todas as substâncias que agridem as vias aéreas podem ocasionar doenças respiratórias, desde manifestações como tosse e dispneia até o desenvolvimento de uma doença definida. Alergia ocupacional refere-se às doenças ou condições que são causadas pela exposição a substâncias alergênicas no ambiente de trabalho. As doenças alérgicas que podem ser contraídas como consequência da exposição a agentes sensibilizantes no local de trabalho são: rinite, conjuntivite, asma, pneumonite de hipersensibilidade e doenças cutâneas ( como urticária e dermatite de contato).

 

 

Na natureza

 

A contaminação atmosférica é um problema mundial. O principal culpado da contaminação do ar que respiramos é o trânsito. Partículas em suspensão, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, entre outros, são algumas das partículas que inalamos constantemente nas cidades. Os mais afetados são os doentes crônicos, as crianças abaixo de 15 anos e os maiores de 65 anos. As crianças expostas tem um risco maior de desenvolver doenças respiratórias. E alguns contaminantes atmosféricos podem desencadear crises nos pacientes asmáticos. Diversos trabalhos demonstram que morar a menos de 100m de uma grande via de tráfego, aumenta em 50% o risco de desenvolver alguma doença respiratória.

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